Resenha: Rogue One – Uma história Star Wars

Hello little bats!!

 

Ressurgi das cinzas por motivos de: Rogue One: uma história Star Wars.

Fiquei ansiosa por dias esperando esse momento chegar e finalmente ele chegou! E antes de tudo preciso respirar fundo e falar: Que filme foda!

Vamos lá, antes que vocês achem que tem spoiler, só vamos recapitular o que todos já sabem do que se trata o filme ok? O filme se trata de como os Rebeldes roubaram os planos da Estela da Morte para destruí-la.

 

 

É aquela história que a gente sabia meio que por cima quando vimos o Episódio IV, porém mostra como isso aconteceu, quem fez isso acontecer, o que estava acontecendo nesse momento, quando isso aconteceu entre outros questionamentos que ficaram em aberto.

Rogue One é um filme duro, no sentido de que você não vai ver ‘magia’ nele. Vamos ver algo pesado, de que ninguém é bonzinho, e é preciso fazer muitas coisas que talvez não sejam moralmente corretas, mas precisas para que, não o seu objetivo seja concluído, mas o de milhares de vidas. Não existe o bem e o mal e não existe um herói que vai acabar com toda perversidade e desespero com um final feliz para todos. Mas calma, o filme não é apenas tiro, porrada e bomba. Mostra como uma rebelião realmente deve ser, é preciso de esperança para seguir com a luta, independente de você viver ou morrer.

      Esse vai ser o filme mais sombrio de Star Wars que você verá até então.

 

De quebra temos muitas cenas que nos trazem e nos mostram alguns personagens e menções ao que já vimos anteriormente no Episódio IV (são aqueles momentos que vc da uns pulinhos na cadeira). E também temos momentos bem engraçados – com o já querido – droide K-2SO, que era um droide do império e foi reprogramado pelos Rebeldes. O que falar desse droide? Ele traz muito humor para algumas cenas, quebrando um pouco a tensão dos momentos. Além de que fez parte de uma das cenas que apertam seu coraçãozinho e fica aquela lagriminha pendurada no canto do olho <3

 

 

Em Rogue One não vemos Jedis, apenas menções e são mostrados como um mito, que fazem alguns ter muita fé na força (que é mencionada muitas vezes) principalmente pela dupla Donnie Yen e Wen Jiang que acreditam em uma força maior que está por todos os lados e você não precisa necessariamente ter um sabre de luz, basta acreditar e estar com a força. E isso acaba nos mostrando mais uma vez que a esperança é a maior base de tudo e isso é o verdadeiro significado do título do primeiro filme da saga.

O filme vai trazer muitas emoções: você vai vibrar, vai chorar, vai rir, vai ficar revoltado entre muitos outros sentimentos. Porém ele da uma aprofundada a mais no drama. Ele nos mostra um cenário de pessoas que estão dispostas a perder tudo na luta e já não tem mais esperança. Começamos com momentos trágicos da família Erso e mais pra frente temos Jyn que já não tem mais pra quem voltar e quer que o mundo se exploda, por todo sofrimento que todos têm causado a ela e a família, até transformar toda essa dor em força.

 

 

A trama é bem simples, é uma história que já conhecemos só que por um olhar mais amplo e detalhado.

É viver ou morrer, se submeter ou ser escravo.  Temos muitas cenas intensas de batalhas e muitas, muitas mortes. O único que você verá usando a força, é um dos personagens mais icônicos da saga: Darth Vader. E todas as cenas em que Vader aparece, ele não deixa a desejar. (A última foi a que eu mais vibrei PQP aquilo foi épico!!)

E Rogue One termina perfeitamente emocionante, além de você ver minutos antes de ‘Episódio IV Uma Nova Esperança’. O que agora vai fazer você assistir esse Episódio IV com outros olhos, pois ele nunca mais será o mesmo após Rogue One, agora ele vai ser muito mais completo e terá muito mais sentido.

Não vou dar spoiler sobre o final, por mais que todos sabemos que acontece né? hahaha

Mas depois de milhares de mortes e sacrifícios o que restou foi a Esperança.

Assistam e me digam o que acharam 😉

 

Bom filme e que a força esteja com vocês!

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Designer, fotógrafa, modelo alternativa e mãe. Criou esse blog com o intuito de compartilhar suas trevosidades, gostos e também continuar sua missão no mundo da procrastinação.

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